COMPRAS
Segundo Fecomércio, 51,3% dos consumidores cearenses não comprarão presentes no Dia dos Pais
Redação Web | 22h21 | 29.07.2014
A pesquisa da Fecomércio mostra que a maioria dos entrevistados (27,2%) pretendem gastar no máximo até R$ 100 com presentes
Com a proximidade o Dia dos Pais, a Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-CE) divulgou a expectativa de compra dos cearenses para essa data comemorativa. A pesquisa aponta que 51,3% dos consumidores do Estado não comprarão presentes, enquanto42,1% afirmam que irão presentear os pais. 6,6 ainda não se decidiram.
O percentual apresentado pela Fecomércio-CE aumenta quando considera a quantidade de entrevistados que irão comemorar o Dia dos Pais. 55,5% devem celebrar a data, enquanto 42% responderam que não irão celebrar.
A pesquisa da Fecomércio mostra que prevalece nos cearenses o desejo de economizar. A maioria dos entrevistados (27,2%) pretendem gastar no máximo até R$ 100 com presentes. Os mais caros, aqueles que, segundo a pesquisa, vão custar ao bolso do cearense mais de R$ 400, só deverão ser comprados por apenas 15,5% dos consumidores.
O resultado é reflexo de outro dado apontado pelo levantamento: 62,3% pretendem pagar as compras a vista. O cartão de crédito vem em segundo lugar, sendo usado por 36,6% dos que pretendem ir às compras.
Segundo os dados da pesquisa, a atenção da maioria daqueles que pretendem gastar, será chamada por promoções. As liquidações e o corte de preços deve ser o quesito mais levado em conta na hora de comprar.
As compras para o dia dos pais deste ano deverá movimentar R$ 118 milhões no comércio cearense. Pode parecer muito mas, não é. Pelo menos, é o que afirma o economista Alex Araújo. Segundo Alex, o faturamento teve queda de 17% em relação as compras feita na mesma data do ano passado. "Esta queda no movimento financeiro do comércio está sendo constante. Junho e julho teve um movimento ruim. Parte disso é resultado dos feriados em virtude da Copa do Mundo e também do fim dos incentivos de consumo por parte do Governo".
Na análise do economista, a inflação e o crescente cenário do endividamento das famílias criam fatores que inibem a compra. Se a diferença da pesquisa se concretizar, R$ 25 milhões deixarão de circular no mercado do Ceará.


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