COM ´BOOM´ DE OBRAS
Escassez de cimento afeta a construção civil no Estado
05.12.2013
Atualmente, o cimento representa entre 12% a 15% do custo total de uma obra e aumento poderá ser repassado
Nos últimos anos, Fortaleza se transformou em um "canteiro de obras", não só por conta dos quase 300 trechos de vias que estão sendo reformados, mas também pelos edifícios residenciais e equipamentos públicos que estão sendo erguidos nas áreas nobres e periféricas da Cidade. Porém, o Sindicato da Construção Civil no Ceará (Sinduscon-CE), que no começo desse "boom" comemorava o mercado aquecido, agora se queixa de que a produção e a oferta de cimento pela indústria não tem acompanhado a demanda cada vez maior de construções, ou seja, não há cimento suficiente para tanta obra.
Alta de preço do produto está afetando o orçamento das construtoras. Foto: José Leomar
Tal conclusão é resultado do que tem observado o vice-presidente do órgão, André Montenegro, que também é proprietário da Morefácil Construtora e Incorporadora. "A falta de cimento vem se tornando um dos principais gargalos enfrentados pelas construtoras nos últimos tempos", aponta o empresário, preocupado com essa escassez do insumo no mercado cearense, que pode impactar nos custos da atividade industrial no Estado.
Insumo encarece
"Como as empresas não estão conseguindo adquirir o produto direto das fábricas, para não atrasar as obras, elas estão recorrendo ao varejo para não atrasar as entregas, no entanto, os valores são bem mais elevados, chegando a quase 50% a mais do que o normal", explica Montenegro. De acordo com levantamento do Sinduscon-CE, hoje, o cimento representa entre 12% a 15% do custo total de uma obra e se esse cenário permanecer, o aumento terá que ser repassado ao preço dos imóveis
.
Nos últimos anos, Fortaleza se transformou em um "canteiro de obras", não só por conta dos quase 300 trechos de vias que estão sendo reformados, mas também pelos edifícios residenciais e equipamentos públicos que estão sendo erguidos nas áreas nobres e periféricas da Cidade. Porém, o Sindicato da Construção Civil no Ceará (Sinduscon-CE), que no começo desse "boom" comemorava o mercado aquecido, agora se queixa de que a produção e a oferta de cimento pela indústria não tem acompanhado a demanda cada vez maior de construções, ou seja, não há cimento suficiente para tanta obra.Alta de preço do produto está afetando o orçamento das construtoras. Foto: José Leomar
Tal conclusão é resultado do que tem observado o vice-presidente do órgão, André Montenegro, que também é proprietário da Morefácil Construtora e Incorporadora. "A falta de cimento vem se tornando um dos principais gargalos enfrentados pelas construtoras nos últimos tempos", aponta o empresário, preocupado com essa escassez do insumo no mercado cearense, que pode impactar nos custos da atividade industrial no Estado.
Insumo encarece
"Como as empresas não estão conseguindo adquirir o produto direto das fábricas, para não atrasar as obras, elas estão recorrendo ao varejo para não atrasar as entregas, no entanto, os valores são bem mais elevados, chegando a quase 50% a mais do que o normal", explica Montenegro. De acordo com levantamento do Sinduscon-CE, hoje, o cimento representa entre 12% a 15% do custo total de uma obra e se esse cenário permanecer, o aumento terá que ser repassado ao preço dos imóveis
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário