Ceará é o segundo Estado em quantidade de crimes cometidos contra a Lei do desarmamento
Redação Web | 14h35 | 05.11.2013
Estado perde apenas para São Paulo em número de crimes registrados
Dentre os Estados brasileiros com a maior quantidade de crimes contra o Estatuto do desarmamento registrados em 2012, o Ceará ficou com o nada honroso segundo lugar, perdendo apenas para São Paulo. O Ceará registrou mais de 3 mil crimes tentados e/ou consumados contra o Estatuto no ano passado. Dentre os crimes praticados estão porte ou posse ilegal, disparo, comércio ilegal ou tráfico de armas de fogo. As informações são do 7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), lançado nesta terça-feira (5).Ceará é um dos Estados com maior quantidade de crimes contra o Estatuto do desarmamento. FOTO: JOSÉ LEOMAR
Foram 3.394 crimes contra a Lei do desarmamento registrados no Ceará durante o ano de 2012, de acordo com a pesquisa realizada pelo Anuário. Já no Estado campeão, São Paulo, foram 6.867 crimes ocorridos no mesmo período.
Abaixo de São Paulo e Ceará estão os Estados de Minas Gerais (2.507 registros); Pernambuco (2.405) e Rio Grande do Sul (2.342), fechando os 5 com maiores índices de ocorrências envolvendo ilegalidade de armas.
O tópico da pesquisa presente no Anuário inclui os itens "Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Permitido", "Disparo de Arma Fogo", "Posse ou Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Restrito", "Comércio Ilegal de Arma de Fogo" e "Tráfico Internacional de Arma de Fogo".
A menor quantidade de ocorrências foi registrada em Roraima: apenas 5 crimes contra o Estatuto do desarmamento ocorridos. Na sequência aparecem Piauí (34 registros); Tocantins (60); Rio Grande do Norte (62) e Amapá (63), como os 5 Estados com menor quantidade de crimes envolvendo armas ilegais.
O Estatuto do desarmamento, Lei 10826 de 22 de dezembro de 2003, "dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição (...)". A lei proíbe o porte de armas por civis e regulamenta o porte e utilização por agentes da segurança pública no Brasil.
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