COM DECISÃO DO FED
Dólar desaba 2,97% e fecha cotado a R$ 2,19
19.09.2013
Federal Reserve anima investidor e Bolsa vai aos 55 mil pontos, no melhor nível desde 28 de maio
São Paulo. No Brasil, o dólar negociado no balcão já caía ante o real desde o início da manhã de ontem, em meio aos leilões promovidos pelo Banco Central brasileiro, mas o anúncio do Federal Reserve (FED) de não alterar as compras mensais de bônus e assim retardar o início da retirada dos estímulos à economia norte-americana fez a moeda desabar 2,97%, para R$ 2,1920. Esta é a menor cotação de fechamento desde 26 de junho de 2013, quando encerrou a R$ 2,1900.
A moeda americana acumula baixa de 8,02% apenas em setembro
Foto; Reuters
Com o movimento de ontem, o dólar acumula baixa de 8,02% apenas em setembro. A moeda recuou durante todo o dia. Na máxima da sessão, às 9h52, atingiu R$ 2,2530 (-0,27%) e, na mínima, perto do fechamento e já após a decisão do FED, marcou R$ 2,1910 (-3,01%).
No mercado futuro, o dólar para outubro tinha baixa de 3,07%, a R$ 2,1935.
Investidor se anima
A decisão do FED também deixou os investidores eufóricos e levou a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ao melhor patamar desde maio deste ano, retomando o nível dos 55 mil pontos. Após o anúncio da decisão de política monetária do banco central dos Estados Unidos, que manteve a taxa de juros inalterada entre zero e 0,25%, o Ibovespa iniciou uma sequência de máximas que se estendeu até o fechamento, em linha com as bolsas de Nova York, que fecharam em máximas recordes.
O Ibovespa encerrou a sessão desta quarta-feira, com ganho de 2,64%, aos 55.702 pontos, melhor patamar desde 28 de maio deste ano, quando registrou 56.036 pontos.
Na mínima do dia, durante a manhã, o índice recuou 0,53%, aos 53.982 pontos, mas após o FED, chegou a subir 2,87%, na máxima, aos 55.827 pontos.
São Paulo. No Brasil, o dólar negociado no balcão já caía ante o real desde o início da manhã de ontem, em meio aos leilões promovidos pelo Banco Central brasileiro, mas o anúncio do Federal Reserve (FED) de não alterar as compras mensais de bônus e assim retardar o início da retirada dos estímulos à economia norte-americana fez a moeda desabar 2,97%, para R$ 2,1920. Esta é a menor cotação de fechamento desde 26 de junho de 2013, quando encerrou a R$ 2,1900.
A moeda americana acumula baixa de 8,02% apenas em setembroFoto; Reuters
Com o movimento de ontem, o dólar acumula baixa de 8,02% apenas em setembro. A moeda recuou durante todo o dia. Na máxima da sessão, às 9h52, atingiu R$ 2,2530 (-0,27%) e, na mínima, perto do fechamento e já após a decisão do FED, marcou R$ 2,1910 (-3,01%).
No mercado futuro, o dólar para outubro tinha baixa de 3,07%, a R$ 2,1935.
Investidor se anima
A decisão do FED também deixou os investidores eufóricos e levou a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ao melhor patamar desde maio deste ano, retomando o nível dos 55 mil pontos. Após o anúncio da decisão de política monetária do banco central dos Estados Unidos, que manteve a taxa de juros inalterada entre zero e 0,25%, o Ibovespa iniciou uma sequência de máximas que se estendeu até o fechamento, em linha com as bolsas de Nova York, que fecharam em máximas recordes.
O Ibovespa encerrou a sessão desta quarta-feira, com ganho de 2,64%, aos 55.702 pontos, melhor patamar desde 28 de maio deste ano, quando registrou 56.036 pontos.
Na mínima do dia, durante a manhã, o índice recuou 0,53%, aos 53.982 pontos, mas após o FED, chegou a subir 2,87%, na máxima, aos 55.827 pontos.

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