CONGRESSO
Dilma promete reduzir envio de MPs
05.06.2013
A presidente afirmou que vai mandar proposta do marco regulatório da mineração por projeto
Brasília. Após a crise entre Legislativo e Executivo por conta das medidas provisórias (MPs), os presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), avaliaram como positivo o encontro da segunda-feira com a presidente Dilma Rousseff.
Renan Calheiros disse que a reunião com a presidente na segunda foi institucional FOTO: AGÊNCIA SENADO
A reunião de mais de duas horas contou também com a presença do vice-presidente Michel Temer. Dilma se comprometeu a mandar menos MPs ao Congresso e encaminhar o novo Marco Regulatório da Mineração em forma de projeto de lei em regime de urgência.
Inicialmente, o governo pensava em enviar uma medida provisória ao Congresso. "Ficou estabelecido que a presidente vai mandar a proposta do marco regulatório da mineração por projeto de lei com urgência, e vai discuti-lo antes de mandar ao Congresso, o que achamos muito bom", disse o presidente do Senado.
"Esse é um avanço significativo quando respeita um pleito dessa Casa, discutir um tema como este com tanta capilaridade", disse Henrique Alves, completando: "Essa compreensão em relação ao tema de mineração por projeto de lei dá oportunidade ao Parlamento de mostrar que essa maneira possa ter melhor resultado.
Depois de participar da solenidade de lançamento do Plano Safra 2013/2014, Renan Calheiros disse que a reunião com a presidente foi institucional e não partidária. "Não foi uma conversa partidária, foi uma conversa institucional. O que estava em discussão era a necessidade de harmonizarmos cada vez mais as relações entre os Poderes. Está tudo em paz, porque nós não estávamos lá como representantes do PMDB. Nós estávamos lá como presidentes da Câmara, do Senado e do Congresso, o presidente da República e o vice-presidente. Foi uma conversa muito boa", disse Renan.
Segundo afirmou Renan mais cedo, a presidente não ficou irritada com a perda de validade da MP que garantia a redução da tarifa de energia elétrica em até 20%. Como a medida provisória chegou em cima do prazo no Senado, Renan deixou-a expirar, devido a acordo com a oposição. Ainda de acordo com o peemedebista, Dilma foi compreensiva porque o Senado fez um esforço "muito grande" para aprovar a MP dos Portos.
Brasília. Após a crise entre Legislativo e Executivo por conta das medidas provisórias (MPs), os presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), avaliaram como positivo o encontro da segunda-feira com a presidente Dilma Rousseff.
Renan Calheiros disse que a reunião com a presidente na segunda foi institucional FOTO: AGÊNCIA SENADOA reunião de mais de duas horas contou também com a presença do vice-presidente Michel Temer. Dilma se comprometeu a mandar menos MPs ao Congresso e encaminhar o novo Marco Regulatório da Mineração em forma de projeto de lei em regime de urgência.
Inicialmente, o governo pensava em enviar uma medida provisória ao Congresso. "Ficou estabelecido que a presidente vai mandar a proposta do marco regulatório da mineração por projeto de lei com urgência, e vai discuti-lo antes de mandar ao Congresso, o que achamos muito bom", disse o presidente do Senado.
"Esse é um avanço significativo quando respeita um pleito dessa Casa, discutir um tema como este com tanta capilaridade", disse Henrique Alves, completando: "Essa compreensão em relação ao tema de mineração por projeto de lei dá oportunidade ao Parlamento de mostrar que essa maneira possa ter melhor resultado.
Depois de participar da solenidade de lançamento do Plano Safra 2013/2014, Renan Calheiros disse que a reunião com a presidente foi institucional e não partidária. "Não foi uma conversa partidária, foi uma conversa institucional. O que estava em discussão era a necessidade de harmonizarmos cada vez mais as relações entre os Poderes. Está tudo em paz, porque nós não estávamos lá como representantes do PMDB. Nós estávamos lá como presidentes da Câmara, do Senado e do Congresso, o presidente da República e o vice-presidente. Foi uma conversa muito boa", disse Renan.
Segundo afirmou Renan mais cedo, a presidente não ficou irritada com a perda de validade da MP que garantia a redução da tarifa de energia elétrica em até 20%. Como a medida provisória chegou em cima do prazo no Senado, Renan deixou-a expirar, devido a acordo com a oposição. Ainda de acordo com o peemedebista, Dilma foi compreensiva porque o Senado fez um esforço "muito grande" para aprovar a MP dos Portos.
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