Petrus diz aceitar que “tudo na vida precisa ser atualizado” e que existe necessidade de reformas em diversas áreas econômicas e legislativas do Brasil, mas critica a reforma do governo Michel Temer (PMDB), que, a seu ver, não debateu com setores trabalhistas é conduzida por “atores comprometidos”.
“Os atores de hoje têm condições morais de fazer qualquer reforma que vai mexer com a vida de todo brasileiro? Acredito que não. Um exemplo: o relator da previdência, o Arthur Maia (PPS), recebeu da Odebretch R$ 250 mil por caixa 2, segundo delatores”, argumenta.
Com a grande quantidade de parlamentares envolvidos em denúncias, Petrus conta que o clima no Congresso na discussão das reformas é de medo. “Há um ‘não mexe comigo que não mexo com você’, e vão convivendo. Tem a vontade de meia dúzia que não está envolvida de chutar o pau da barraca, mas não pode porque pertence a partido tal”, une. (Daniel Duarte)
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