segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Acompanhe ao vivo interrogatório de Dilma Rousseff (PT)

A presidente afastada Dilma Rousseff (PT) presta nesta manhã, 29, depoimento de defesa no processo do impeachment no Senado Federal. Essa será a primeira vez que a presidente afastada se manifestará no processo de impeachment. Até agora, a defesa tem sido conduzida por seu advogado e ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Acompanhe ao vivo o depoimento:
Dilma teve 30 minutos — prorrogáveis a critério do presidente da sessão, Ricardo Lewandowski — para apresentar seus argumentos aos senadores, que poderão questioná-la por cinco minutos cada um. A presidente afastada, entretanto, pode, a seu critério, responder ou não as perguntas.
14h19min - "Tenho certeza, senador, de que aoo longo de todo o processo eleitoral nos respeitamos batante. mas a partir do dia seguinte, uma série de medidas contra meu governo foi feita", responde Dilma. A presidente afastada relembra recontagem de votos, auditoria das suas contas. "O TSE permitiu minha diplomação porque não viu nenhuma irregularidade". 
14h14min - A sessão retorna e o primeiro a perguntar é o senador Aécio Neves (PSDB-MG)."Vossa Excelência esquece de dizer ao País que foi o pleno do STF que abriu uma ação investigativa em relação às contas de campanha da Vossa Excelência. É àquela Corte que a Vossa Excelência tem de responder. O voto não é um voto conduto, ele prevê deveres e direitos", afirma. "Em que dimensão Vossa Excelência e vosso governo se sentem responsáveis por essa recessão?".
13h - Dilma volta a argumentar que não fez nada de diferente do que fizeram os governo anteriores. Ela diz que não foram os créditos que causaram a crise no Brasill.
12h56min - "Nós abrimos créditos suplementares, mas não deixamos que esses créditos aumentassem a despesa", responde Dilma. 
12h52min - Martins diz que é impossível acreditar que ela não tenha visto "a roubalheira da Petrobras".
12h50min - O senador Lasier Martins (PDT-RS) inicia sua questão. ele afirma que tem convicção de que houve crime fiscal. "Não aconteceram pedaladas anteriores, então o Tribunal de Contas da União (TCU) não teve o que julgar", afirma o senador. 
12h40min - Paulo Bauer (PSDB-SC) é o 9° de 49senadores inscritos para fazerem perguntas a Dilma.
11h49min - Dilma diz que os créditos foram abertos por decreto porque a Lei Orçamentária Anual de 2015 assim o permitia.
11h46min - Anastasia questiona Dilma sobre a subvenção do Plano Safra e sobre se havia ou não prazo para os pagamentos.
11h29min - Roberto Requião (PMDB-PR) é o próximo a falar.
11h24min - "Os créditos suplementares sempre foram feitos, e têm base legal sim", diz Dilma.
11h22min -  Dilma volta a afirmar que editou os decretos do mesmo modo que ocorrido nos governos anteriores.
11h17min - Ferraço relembra os crimes pelos quais Dilma é acusada. "A senhora faltou com a verdade e traiu o povo brasileiro". ele questiona: "Onde estava o seu compromisso quando praticou atos que atentam contra a Constituição?. Ele questiona se o presidente do STF faz parte do golpe ao qual ela se refere. 
11h13min - O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) é o próximo a falar. Ele diz que "voto não é cheque em branco".
11h12min - "Ninguém durante a eleição defendeu que haveria um contigenciamento de criar um limite de gastos por 20 anos", diz Dilma referindo-se ao governo em exercício de Michel Temer (PMDB). "Se não provar que tem crime, é golpe, sim"
11h07min - "A minha responsabilidade pela política econômica existe no sentido macroeconômico porque eu fui eleita por 54 milhões de votos", responde Dilma. ela volta a responder que não há crime fiscal. 
11h03min - Ana Amélia refuta ideia de que o que está acontecendo um golpe.  "Não estamos aqui julgando a sua biografia", afirma "estamos julgando atos do seu governo".
11h02min -  A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a proxima questionar Dilma.
10h26min - "Os decretos foram aprovados em julho e agosto de 2015 e somente em outubro de 2015 o STF mudou a interpretação sobre esses ato", afirma. "Querem me condenar para assinar decretos para atender as demandas da população?"
10h25min - "Ao editar esses decretros de crédito complementar não cometi crime", afirma
10h21min -  "Viola-se a democracia e pune-se uma inocente", afirma Dilma. "Não esperem de mim o obsequioso silêncio dos covardes"; "estamos a um passo de uma gravde concretização de um verdadeiro golpe de Estado"
10h18min - Dilma diz que a oposição encontrou em Eduardo Cunha "o vértice de sua aliança golpista" e que o processo de impeachment foi aberto por "chantagem explícita" dele.
10h17min - O presidente em exercício Michel Temer (PMDB) assiste ao depoimento no Palácio do Jaburu.
10h15min- Dilma afirma que a ação da oposição contribuiu para o aprofundamento da crise. Ela lembra da forte oposição de seus projetos de ajusta na Câmara, na época da presidência de Eduardo Cunha. Ela cita a aprovação das chamadas pautas-bombas.
10h14min - Dilma diz que o resultado da eleição de 2014 foi um "rude golpe" em setores das "elites conservadoras".
10h13min - Dilma cita as supostas ameaças do governo interino aos direitos trabalhistas, aos direitos das minorias. "O nosso patrimônio estará em questão", diz, citando o pré-sal e as riquezas minerais.
10h12min - Temas relacionados ao impeachment de Dilma já estão entre os mais comentados do Twitter. 

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