sexta-feira, 25 de julho de 2014

PROPAGANDA ELEITORAL

Acordo define as estações que vão gerar as transmissões

25.07.2014

Os candidatos começam a aparecer na televisão a partir do dia 19 do próximo mês, até o dia 2 de outubro

propaganda eleitoral
Juiz Carlos Henrique fala para representantes de partidos e das emissoras de rádio e televisão, na audiência para definir como será feita a escolha das estações que serão cabeça da cadeia de transmissão da propaganda
FOTO: KLEBER A. GONÇALVES
Em reunião com representantes de partidos, coligações e emissoras de rádio e televisão, o Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) definiu, na manhã de ontem, que a geração dos programas do horário eleitoral gratuito será dividida entre a TV Jangadeiro, a TV Cidade e a TV Verdes Mares. A divisão do tempo de propaganda entre os partidos e coligações será definida pelo TRE-CE apenas no próximo dia 12 de agosto.
De acordo com o juiz Carlos Henrique Oliveira, coordenador do Juizado Auxiliar da Propaganda, a reunião que decidirá os minutos de cada coligação na propaganda eleitoral ocorrerá após a Justiça Eleitoral analisar todos os pedidos de registro de candidaturas, cujo prazo final é dia 6 de agosto. Até lá, o número de candidatos ainda pode mudar em razão de possíveis indeferimentos, alterando o cálculo do tempo de propaganda.
Para se chegar à decisão de quais emissoras irão gerar a propaganda eleitoral gratuita em bloco, a Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão (Acert) analisou a capacidade técnica das emissoras do Estado e entrou em acordo com as três de melhor capacidade para dividir o tempo da propaganda, que começa no dia 19 de agosto e segue até 2 de outubro.
Durante a reunião, advogados da coligação "Para o Ceará Seguir Mudando", que tem a frente o candidato ao Governo Camilo Santana (PT), pediram que o Sistema Jangadeiro de Comunicação fosse retirado da lista de emissoras que iriam gerar a propaganda eleitoral, alegando problemas na eleição de 2012.
A presidente da Acert, Carmem Lúcia Dummar, refutou a possibilidade de excluir uma emissora que tinha capacidade técnica de gerar a propaganda, apontando que todas as empresas têm o compromisso de fazer uma eleição limpa. Ela acatou, entretanto, a sugestão de alterar a ordem de quando as emissoras gerariam o programa.

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