Greve no canteiro de obras
Obras da transposição do Rio São Francisco estão paradas em Mauriti
20.06.2014
Esta é a quarta vez em que os trabalhos sofrem interrupções no trecho do antigo lote 6, neste município do Cariri
Mauriti. As obras da transposição das águas do Rio São
Francisco continuam paralisadas neste município. Há cerca de um mês, os
operários que trabalham no trecho referente a Meta 3N, antigo lote 6, decidiram
interromper os trabalhos até que a empresa Queiroz Galvão, responsável pela obra
na região de Umburanas, na divisa entre o Ceará e a Paraíba, efetive, dentre
outras reivindicações, reajuste salarial da ordem de 20% para todas as
categorias que atuam nos canteiros da Meta 3N.
A paralisação dos operários foi decidida após assembleia envolvendo os trabalhadores e representantes do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem em Geral no Estado do Ceará (Sintepav-CE), realizada no dia 22 do mês passado.
Além do reajuste salarial, conforme o representante do Sintepav-CE na região do Cariri, Francisco Evandro Pinheiro, os trabalhadores cobram que a Construtora Queiroz Galvão disponibilize plano de saúde para os empregados e seus dependentes; pagamento de 110% das horas extras trabalhadas de segunda a sexta-feira e 150% nos sábados, domingos e feriados; cesta básica no valor de R$ 400; abono de faltas nos dias de pagamento e abono de dias durante a realização de jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo; além da dispensa do aviso prévio, entre outras demandas.
"Estamos cobrando melhores condições de trabalho e de salário. Queremos que a empresa efetive o reajuste salarial e estabeleça o pagamento das horas extras, nos percentuais defendidos pelos trabalhadores, e que haja a entrega das cestas básicas", informou o operário Francisco Leite, um dos representantes dos manifestantes.
O motorista Rogério dos Santos avalia a paralisação como necessária para que os trabalhadores da obra consigam obter melhorias. Segundo ele, que diz receber pouco mais de R$ 1.500 mensais, o reajuste salarial é fundamental para manutenção das famílias dos operários. "Falta no orçamento familiar. A gente precisa do salário para poder atender as necessidades da família da gente. O que a gente recebe não vem sendo suficiente", afirmou o profissional.
Esta é a quarta vez em que as obras sofrem interrupções no trecho do antigo lote 6, em Mauriti. Na última vez que as obras foram paralisadas, no início do mês de março passado, os operários alegavam que os salários estavam sem ser pagos pela construtora desde dezembro de 2013. Após duas semanas sem atividades no local, a construtora resolveu atender às reivindicações dos operários e determinou a realização dos pagamentos devidos. Todos os dias, os trabalhadores realizam manifestações pacíficas no canteiro das obras.
Na última quarta-feira, um dos atos foi acompanhado pela Polícia Militar. Diversos cartazes de protestos foram espalhados pelos operários. Desde que foram iniciadas, em 2007, paralisações são registradas nos trechos do Projeto de Integração do Rio São Francisco que cortam o Ceará, localizados nos municípios de Jati, Brejo Santo e Mauriti.
A paralisação dos operários foi decidida após assembleia envolvendo os trabalhadores e representantes do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem em Geral no Estado do Ceará (Sintepav-CE), realizada no dia 22 do mês passado.
Além do reajuste salarial, conforme o representante do Sintepav-CE na região do Cariri, Francisco Evandro Pinheiro, os trabalhadores cobram que a Construtora Queiroz Galvão disponibilize plano de saúde para os empregados e seus dependentes; pagamento de 110% das horas extras trabalhadas de segunda a sexta-feira e 150% nos sábados, domingos e feriados; cesta básica no valor de R$ 400; abono de faltas nos dias de pagamento e abono de dias durante a realização de jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo; além da dispensa do aviso prévio, entre outras demandas.
"Estamos cobrando melhores condições de trabalho e de salário. Queremos que a empresa efetive o reajuste salarial e estabeleça o pagamento das horas extras, nos percentuais defendidos pelos trabalhadores, e que haja a entrega das cestas básicas", informou o operário Francisco Leite, um dos representantes dos manifestantes.
O motorista Rogério dos Santos avalia a paralisação como necessária para que os trabalhadores da obra consigam obter melhorias. Segundo ele, que diz receber pouco mais de R$ 1.500 mensais, o reajuste salarial é fundamental para manutenção das famílias dos operários. "Falta no orçamento familiar. A gente precisa do salário para poder atender as necessidades da família da gente. O que a gente recebe não vem sendo suficiente", afirmou o profissional.
Esta é a quarta vez em que as obras sofrem interrupções no trecho do antigo lote 6, em Mauriti. Na última vez que as obras foram paralisadas, no início do mês de março passado, os operários alegavam que os salários estavam sem ser pagos pela construtora desde dezembro de 2013. Após duas semanas sem atividades no local, a construtora resolveu atender às reivindicações dos operários e determinou a realização dos pagamentos devidos. Todos os dias, os trabalhadores realizam manifestações pacíficas no canteiro das obras.
Na última quarta-feira, um dos atos foi acompanhado pela Polícia Militar. Diversos cartazes de protestos foram espalhados pelos operários. Desde que foram iniciadas, em 2007, paralisações são registradas nos trechos do Projeto de Integração do Rio São Francisco que cortam o Ceará, localizados nos municípios de Jati, Brejo Santo e Mauriti.

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