quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Pesquisadores americanos descobrem 'elo perdido' e preveem cura do mal de Alzheimer

Redação Web | 18h01 | 04.09.2013

O professor de neurologia Stephem Strittmatter, um dos pesquisadores do caso, afirmou que esse estudo dá um grande esperança a todos que esperam pela cura da doença.

Estudiosos da escola de medicina de Yale, no Estados Unidos, descobriram uma proteína nomeada de "elo perdido" na complexa cadeia de memória que leva ao desenvolvimento do mal de Alzheimer.
Muitas pessoas sofrem do mal de Alzheimer no Brasil. FOTO: MARILIA CAMELO/ARQUIVO
Os cientistas foram capazes de restaurar a memória de ratos de laboratório que tinham dano cerebral semelhante ao causado pela doença, ao bloquear a proteína com ummedicamento que já tem sido fabricado.
O professor de neurologia Stephem Strittmatter, um dos pesquisadores do caso, afirmou que esse estudo dá um grande esperança a todos. "Isso nos dá grande esperança de que possamos encontrar uma droga que funcione para diminuir o peso (sobre os pacientes) do Alzheimer", completou.
O laboratório coordenado por Strittmatter em um estudo anterior havia mostrado que o peptídeo beta-amiloide, uma marca desse mal, se une a proteínas príons na superfície das células nervosas. Através de um procedimento ainda desconhecido, essa ligação ativa um mensageiro molecular dentro da célula chamada Fyn.
Stephem Strittmatter ressaltou que novas drogas podem ser desenvolvidas para atingir precisamente o rompimento da proteína amiloide (príon) na mGluR5 para os pacientes com o mal de Alzheimer e, afirmou que seu laboratório está pesquisando maneiras de chegar ao resultado positivo.

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