MENSALÃO
12 réus deverão ter nova chance
12.09.2013
Os votos de dois novos ministros do Supremo podem alterar resultado quanto à votação de recursos de condenados
Brasília. O Supremo Tribunal Federal (STF) deve garantir hoje a 12 dos 25 condenados por envolvimento no mensalão direito ao que é considerado um novo julgamento. A possível decisão da maioria nesse sentido praticamente adia para 2014, ano eleitoral, a prisão de condenados e abre a possibilidade de reversão de absolvições, redução de penas e, para personagens centrais, como o ex-ministro José Dirceu e o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha, a chance de não ficarem presos em regime fechado.
Ontem, quatro ministros votaram a favor dos embargos infringentes e da possibilidade de se rever partes das condenações. Hoje, a sessão será retomada com o voto da ministra Cármen Lúcia. A posição dela ainda é uma incógnita. Porém, os votos dos ministros Ricardo Lewandowski, certo a favor da admissão do recurso, e Celso de Mello, que já se manifestou em pelo menos duas ocasiões em favor dos recursos, deve garantir sobrevida aos condenados.
As chances de absolvição ou de redução das penas são reais, especialmente pela chegada à Corte de dois ministros que não participaram do julgamento em 2012 - Luís Roberto Barroso e Teori Zavascki. Ambos votaram pelo acolhimento de embargos infringentes
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Brasília. O Supremo Tribunal Federal (STF) deve garantir hoje a 12 dos 25 condenados por envolvimento no mensalão direito ao que é considerado um novo julgamento. A possível decisão da maioria nesse sentido praticamente adia para 2014, ano eleitoral, a prisão de condenados e abre a possibilidade de reversão de absolvições, redução de penas e, para personagens centrais, como o ex-ministro José Dirceu e o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha, a chance de não ficarem presos em regime fechado.
Ontem, quatro ministros votaram a favor dos embargos infringentes e da possibilidade de se rever partes das condenações. Hoje, a sessão será retomada com o voto da ministra Cármen Lúcia. A posição dela ainda é uma incógnita. Porém, os votos dos ministros Ricardo Lewandowski, certo a favor da admissão do recurso, e Celso de Mello, que já se manifestou em pelo menos duas ocasiões em favor dos recursos, deve garantir sobrevida aos condenados.
As chances de absolvição ou de redução das penas são reais, especialmente pela chegada à Corte de dois ministros que não participaram do julgamento em 2012 - Luís Roberto Barroso e Teori Zavascki. Ambos votaram pelo acolhimento de embargos infringentes
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