ALÉM DO ATO DE COMER
Alimentação viva
03.09.2013
É mais que um estilo de vida saudável. O consumo de brotos e sementes ajuda na absorção da força vital
Aproveitar toda a potencialidade dos vegetais e ter um maior contato com o alimento desde o seu cultivo, prezando pela sustentabilidade. Ser responsável não apenas em prevenir doenças, mas também promover a saúde de um modo mais amplo. Essas são apenas algumas das características da alimentação viva, que considera a vitalidade dos alimentos como fonte de energia e bem-estar.
Alimentos germinados resgatam o ritmo perdido pelo cotidiano acelerado Foto: Fabiane de Paula
É evidente que optar por frutas, legumes e verduras é essencial para seguir um estilo de vida mais saudável. Entretanto, a culinária viva propõe mais que a simples análise e ingestão dos conteúdos bioquímicos, como vitaminas e minerais. É preciso despertar o vigor inerente aos alimentos naturais, resgatando os ritmos essenciais perdidos em consequência do cotidiano acelerado. Como isso é possível? Germinando e fazendo brotar as sementes.
A médica e ambientalista Maria Luiza Branco, idealizadora e coordenadora do projeto Terrapia, na Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), explica que a semente é como o bebê de uma planta e representa toda a força do início da vida, mobilizando vitalidade e transformação que o ser humano pode absorver para si ao fazê-la brotar
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Aproveitar toda a potencialidade dos vegetais e ter um maior contato com o alimento desde o seu cultivo, prezando pela sustentabilidade. Ser responsável não apenas em prevenir doenças, mas também promover a saúde de um modo mais amplo. Essas são apenas algumas das características da alimentação viva, que considera a vitalidade dos alimentos como fonte de energia e bem-estar.Alimentos germinados resgatam o ritmo perdido pelo cotidiano acelerado Foto: Fabiane de Paula
É evidente que optar por frutas, legumes e verduras é essencial para seguir um estilo de vida mais saudável. Entretanto, a culinária viva propõe mais que a simples análise e ingestão dos conteúdos bioquímicos, como vitaminas e minerais. É preciso despertar o vigor inerente aos alimentos naturais, resgatando os ritmos essenciais perdidos em consequência do cotidiano acelerado. Como isso é possível? Germinando e fazendo brotar as sementes.
A médica e ambientalista Maria Luiza Branco, idealizadora e coordenadora do projeto Terrapia, na Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), explica que a semente é como o bebê de uma planta e representa toda a força do início da vida, mobilizando vitalidade e transformação que o ser humano pode absorver para si ao fazê-la brotar
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