BENEFICIÁRIO
Ipea diz que Bolsa Família não leva à acomodação
08.05.2013
Brasília. O auxílio financeiro dado às famílias em situação de extrema pobreza pelo ProgramaBolsa Família não desestimula os favorecidos a buscar emprego ou a se tornar empreendedores. A conclusão é de pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), após análise do microempreendedorismo.
"O Bolsa Família não produz o chamado efeito preguiça ou de acomodação. Prova disso é que boa parte dos beneficiados é empreendedora e está formalizada", disse Rafael Moreira.
Ele é um dos pesquisadores do Sebrae e do Ipea sobre o microempreendedor individual - pessoa que trabalha por conta própria, que se legaliza como pequeno empresário de um negócio com faturamento máximo de R$ 60 mil por ano.
Este tipo de empreendedor tem no máximo um empregado contratado, recebendo salário mínimo ou o piso da categoria.
A publicação Radar, divulgada ontem pelo Ipea, relata que 7% dos empresários individuais são também beneficiados pelo Bolsa Família. Além disso, 38% do público-alvo do programa sãotrabalhadores por conta própria, formalizados ou não.
"Em geral, o Bolsa Família não diminui a oferta de mão de obra", garantiu. Segundo Mauro Oddo, outro colaborador do estudo, as micro representam 99% das empresas do País e são responsáveis por 51% de todos empregos existentes.
"O Bolsa Família não produz o chamado efeito preguiça ou de acomodação. Prova disso é que boa parte dos beneficiados é empreendedora e está formalizada", disse Rafael Moreira.
Ele é um dos pesquisadores do Sebrae e do Ipea sobre o microempreendedor individual - pessoa que trabalha por conta própria, que se legaliza como pequeno empresário de um negócio com faturamento máximo de R$ 60 mil por ano.
Este tipo de empreendedor tem no máximo um empregado contratado, recebendo salário mínimo ou o piso da categoria.
A publicação Radar, divulgada ontem pelo Ipea, relata que 7% dos empresários individuais são também beneficiados pelo Bolsa Família. Além disso, 38% do público-alvo do programa sãotrabalhadores por conta própria, formalizados ou não.
"Em geral, o Bolsa Família não diminui a oferta de mão de obra", garantiu. Segundo Mauro Oddo, outro colaborador do estudo, as micro representam 99% das empresas do País e são responsáveis por 51% de todos empregos existentes.
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