Candidatos se inscrevem em lista dos “contra o aborto”
Dez candidatos cearenses para as eleições de outubro se vincularam a lista de políticos contra o aborto do Movimento pela vida e não violência (Movida). A organização é a responsável pela campanha “A vida depende do seu voto”, que trabalha para a conscientização dos eleitores sobre o tema.
A entidade atua com peças publicitárias em que pede o voto em candidatos contra o aborto. Eles criaram uma lista no site movida.org.br em que o eleitor pode identificar os postulantes que aderem a causa. Até agora, estão registrados cinco candidatos a deputado estadual e cinco a deputado federal.
Os estaduais são Walter Cavalcante (PMDB), Carlos Matos (PSB), Capitão Wágner (PR),
Tomaz Figueiredo (PSDB) e Professor Teodoro (PSD). Os federais são Fernandes Filho (DEM), Chico Pontes (PTC), Mayra Pinheiro (PSDB), Cabo Sabino (PR) e Marcão (SD). De acordo com o coordenador do Comitê cearense do movimento, Fernando Lobo, mais dez candidatos devem completar o registro nos próximos dias.
No último mês que antecede as eleições, movimentos da sociedade civil aumentaram a articulação em torno de campanhas sobre temas como aborto e drogas. Além do Movida (Movimento pela vida e não violência), que têm comitê em Fortaleza, há o Brasil sem Drogas, que milita principalmente contra a legalização da maconha.
A organização também usa de anúncios e veicula dados negativos sobre o consumo, alertando para o eleitor para a verificação dos projetos dos candidatos. “Procure saber o que seu candidato pensa sobre a legalização da maconha”, diz o anúncio.
Críticas
O Movimento Brasil sem Drogas foi bastante criticado pelo teor das propagandas quando lançou a campanha dia 9 de setembro no Sindicato dos Médicos do Ceará. As peças publicitárias alertavam sobre o que aconteceria caso houvesse a liberação da maconha com frases como:
“Você teria coragem de ser operado por um médico que acabou de fumar um baseado?”; “Você pegaria um ônibus cujo motorista só dirige chapadão?”, “Você matricularia seu filho numa escola que professores dão aula lombrados?”.
A entidade atua com peças publicitárias em que pede o voto em candidatos contra o aborto. Eles criaram uma lista no site movida.org.br em que o eleitor pode identificar os postulantes que aderem a causa. Até agora, estão registrados cinco candidatos a deputado estadual e cinco a deputado federal.
Os estaduais são Walter Cavalcante (PMDB), Carlos Matos (PSB), Capitão Wágner (PR),
Tomaz Figueiredo (PSDB) e Professor Teodoro (PSD). Os federais são Fernandes Filho (DEM), Chico Pontes (PTC), Mayra Pinheiro (PSDB), Cabo Sabino (PR) e Marcão (SD). De acordo com o coordenador do Comitê cearense do movimento, Fernando Lobo, mais dez candidatos devem completar o registro nos próximos dias.
No último mês que antecede as eleições, movimentos da sociedade civil aumentaram a articulação em torno de campanhas sobre temas como aborto e drogas. Além do Movida (Movimento pela vida e não violência), que têm comitê em Fortaleza, há o Brasil sem Drogas, que milita principalmente contra a legalização da maconha.
A organização também usa de anúncios e veicula dados negativos sobre o consumo, alertando para o eleitor para a verificação dos projetos dos candidatos. “Procure saber o que seu candidato pensa sobre a legalização da maconha”, diz o anúncio.
Críticas
O Movimento Brasil sem Drogas foi bastante criticado pelo teor das propagandas quando lançou a campanha dia 9 de setembro no Sindicato dos Médicos do Ceará. As peças publicitárias alertavam sobre o que aconteceria caso houvesse a liberação da maconha com frases como:
“Você teria coragem de ser operado por um médico que acabou de fumar um baseado?”; “Você pegaria um ônibus cujo motorista só dirige chapadão?”, “Você matricularia seu filho numa escola que professores dão aula lombrados?”.
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