CONJUNTURA DA COPA
Seleção não fica alheia a protesto
19.06.2013
Como brasileiros, o técnico da Seleção e os atletas esperam que as manifestações sejam pacíficas de lado a lado
Os jogadores da Seleção Brasileira e seu técnico, Luiz Felipe Scolari, não ficaram alheios aos protestos políticos que acontecem em todo País no período da Copa das Confederações.
O técnico da Canarinho, Luiz Felipe Scolari, disse durante a entrevista coletiva que manifestações como estas são comuns numa democracia FOTO: KID JÚNIOR
O técnico e os jogadores não fugiram das indagações sobre as manifestações - e confrontos violentos entre população e Polícia - indo na contramão do estereótipo que boleiro só pensa mesmo em futebol.
O técnico Felipão, a princípio, não quis se intrometer no mérito das manifestações, indagando de quem lhe perguntou: "Em que poderemos interferir?, para depois se aprofundar um pouco mais no tema. "As manifestações são comuns numa democracia. Espero que essas situações sejam percebidas por alguém ou pelo Governo. Tomara que continuem pacíficas, que é o que nós queremos". O treinador disse ainda que a parte que lhe cabe, como aos jogadores, é proporcionar um bom futebol, através da recuperação do prestígio da Seleção Brasileira, com conquistas juntos aos torcedores.
O atacante Hulk lembrou também que os jogadores não fingem que nada acontece no País. "Sou a favor. Quando há uma manifestação, é porque se tem o que melhorar. A imagem que alguns tem é que jogador só pensa em futebol. Mas não. Estamos ligados em tudo que acontece. Sobre estas manifestações, a população está certa, tem razão, sabe que nosso país precisa de melhorias. Nós jogadores, sabemos de tudo que se passa".
Manifestações repercutem no México
A cobertura sobre os protestos no Brasil por melhorias na qualidade de vida dividiram a atenção do noticiário dos principais veículos de comunicação no México com a Copa das Confederações 2013.
O jornal com maior circulação no México, o periódico "El Universal", destaca que "dezenas de milhares de brasileiros protestaram contra o uso de recursos públicos na construção de estádios, o aumento do transporte e contra a corrupção". As manifestações ocorreram em pelo menos 11 cidades brasileiras.
Reivindicações devem ocorrer na Arena
O segundo jogo da Seleção Brasileira na Copa das Confederações deve ser marcado por protestos populares. Movimentos sociais e estudantes de Fortaleza convocaram um ato para a entrada da Arena Castelão, onde ocorrerá a partida contra o México, na tarde de hoje.
Além do ato no entorno do Castelão, também pode haver protesto dentro do estádio. Torcedores estão se mobilizando nas redes sociais para que todos usem preto na Arena ou que deem as costas para o campo durante o Hino Nacional.
Os jogadores da Seleção Brasileira e seu técnico, Luiz Felipe Scolari, não ficaram alheios aos protestos políticos que acontecem em todo País no período da Copa das Confederações.
O técnico e os jogadores não fugiram das indagações sobre as manifestações - e confrontos violentos entre população e Polícia - indo na contramão do estereótipo que boleiro só pensa mesmo em futebol.
O técnico Felipão, a princípio, não quis se intrometer no mérito das manifestações, indagando de quem lhe perguntou: "Em que poderemos interferir?, para depois se aprofundar um pouco mais no tema. "As manifestações são comuns numa democracia. Espero que essas situações sejam percebidas por alguém ou pelo Governo. Tomara que continuem pacíficas, que é o que nós queremos". O treinador disse ainda que a parte que lhe cabe, como aos jogadores, é proporcionar um bom futebol, através da recuperação do prestígio da Seleção Brasileira, com conquistas juntos aos torcedores.
O atacante Hulk lembrou também que os jogadores não fingem que nada acontece no País. "Sou a favor. Quando há uma manifestação, é porque se tem o que melhorar. A imagem que alguns tem é que jogador só pensa em futebol. Mas não. Estamos ligados em tudo que acontece. Sobre estas manifestações, a população está certa, tem razão, sabe que nosso país precisa de melhorias. Nós jogadores, sabemos de tudo que se passa".
Manifestações repercutem no México
A cobertura sobre os protestos no Brasil por melhorias na qualidade de vida dividiram a atenção do noticiário dos principais veículos de comunicação no México com a Copa das Confederações 2013.
O jornal com maior circulação no México, o periódico "El Universal", destaca que "dezenas de milhares de brasileiros protestaram contra o uso de recursos públicos na construção de estádios, o aumento do transporte e contra a corrupção". As manifestações ocorreram em pelo menos 11 cidades brasileiras.
Reivindicações devem ocorrer na Arena
O segundo jogo da Seleção Brasileira na Copa das Confederações deve ser marcado por protestos populares. Movimentos sociais e estudantes de Fortaleza convocaram um ato para a entrada da Arena Castelão, onde ocorrerá a partida contra o México, na tarde de hoje.
Além do ato no entorno do Castelão, também pode haver protesto dentro do estádio. Torcedores estão se mobilizando nas redes sociais para que todos usem preto na Arena ou que deem as costas para o campo durante o Hino Nacional.
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