Na Itália
Brasil pedirá extradição de Pizzolato, preso na Itália com documento falso
Folhapress | 11h51 | 05.02.2014
Pizzolato era o único condenado do mensalão que estava foragido
O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) afirmou nesta quarta-feira (05) que o país pedirá a extradição do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, preso na manhã desta quarta-feira em cidade no norte da Itália. Formalmente, essa solicitação cabe ao Supremo Tribunal Federal.
Cardozo aproveitou ainda para elogiar a atuação da Polícia Federal na operação e alfinetar os críticos à atuação da PF e do ministério que chefia. "Pouco importa quem sejam as pessoas. Nós governamos pelo princípio da impessoalidade, independentemente das nossas paixões", afirmou em coletiva de imprensa nesta tarde. A polícia italiana prendeu o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato. Ele era o único dos condenados do mensalão que estava foragido desde a decretação das primeiras prisões, em novembro passado.
Foi preso por este motivo pelos "carabinieri", a polícia local italiana, na cidade de Maranello (Emiglia Romana, região ao norte da Itália).
A Polícia Federal brasileira ainda não comentou o caso, mas segundo a reportagem apurou já recebeu o mesmo informe. Segundo os dados iniciais, Pizzolato usou o passaporte falso para fugir via Buenos Aires.
Cardozo aproveitou ainda para elogiar a atuação da Polícia Federal na operação e alfinetar os críticos à atuação da PF e do ministério que chefia. "Pouco importa quem sejam as pessoas. Nós governamos pelo princípio da impessoalidade, independentemente das nossas paixões", afirmou em coletiva de imprensa nesta tarde. A polícia italiana prendeu o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato. Ele era o único dos condenados do mensalão que estava foragido desde a decretação das primeiras prisões, em novembro passado.
Segundo Cardozo, o trabalho de investigação ocorreu com "total colaboração" entre as polícias brasileira e italiana. "Muitos diziam que não estávamos investigando o caso como se devia, que havia uma situação de acumpliciamento em relação a esse caso. E essa situação demonstra a competência da Polícia Federal brasileira, a forma rigorosamente republicada pela qual essa Policia Federal trabalha", disse o ministro.
Pizzolato fugiu para a Itália, país do qual tem dupla cidadania e, por isso, não pode ser extraditado. Mas, segundo a reportagem apurou, ele está com um documento falso o passaporte de um irmão morto, segundo as informações iniciais.Foi preso por este motivo pelos "carabinieri", a polícia local italiana, na cidade de Maranello (Emiglia Romana, região ao norte da Itália).
A Polícia Federal brasileira ainda não comentou o caso, mas segundo a reportagem apurou já recebeu o mesmo informe. Segundo os dados iniciais, Pizzolato usou o passaporte falso para fugir via Buenos Aires.
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