sexta-feira, 19 de abril de 2013

Operários param a terceira obra para a Copa

Redação Web | 14h55 | 19.04.2013

Reunião com a Prefeitura será realizada na próxima segunda para tentar resolver o impasse

Os operários da construção civil pesada envolvidos nas obras do Veículo Leve sobre Trilhos - ramal Parangaba/Mucuripe - paralisaram as atividades nesta sexta-feira (19). Com esse novo protesto, passam para três o número de obras para a Copa do Mundo atingidas pelo movimento grevista da categoria.

Operários pedem reajuste salarial de 20% FOTO:  KELLY FREITAS
Além do VLT, os protestos já paralisaram as obras de mobilidade no entorno da Arena Castelão desde a última terça-feira (16) e a reforma no Aeroporto Internacional Pinto Martins, na última segunda (15).
Apesar de não fazer parte das obras para a Copa do Mundo, os operários envolvidos na construção dos túneis na Av. Washington Soares também cruzaram os braços deste quinta-feira, segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem em Geral (Sintepav).
Dentre as principais reivindicações cobradas pela categoria estão o cumprimento do que ficou acordado na última convenção coletiva fechada pelo sindicato. Na pauta, os operários pedem oreajuste salarial de 20% e um aumento de 200 reais no valor das cestas básicas recebidas pelos trabalhadores.
Prefeitura promete reunião na próxima segunda-feira
A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal Extraordinária da Copa (SecopaFor), informou em nota que uma reunião entre a categoria, as empresas responsáveis pelas obras e o prefeito Roberto Cláudio já está marcada para a próxima segunda-feira (22).
"Pedimos aos trabalhadores um tratamento especial neste caso das obras de mobilidade para não comprometermos o cronograma e vamos mediar com o próprio prefeito Roberto Cláudio que receberá os operários na próxima segunda, a fim de voltarem às atividades o mais brevemente possível", explica o secretário extraordinário, Domingos Neto.

Seinfra vai esperar solução do impasse

A reportagem também entrou em contato a Secretaria da Infraestrutura. A pasta ainda  informou que vai apenas esperar que as negociações entre o consórcio responsável pela construção e o trabalhadores avancem para não haver um grande prejuízo no andamento das obras
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